POLÍTICAS PÚBLICAS PARA CIDADES INTELIGENTES: O CASO DA CIDADE DE FLORIANÓPOLIS/SC

O CASO DA CIDADE DE FLORIANÓPOLIS

  • Paulo Cesar Leite Esteves Universidade Federal de Santa Catarina
  • Diogo Librelon
  • Solange Maria da Silva
  • Kátia Cilene Madruga
  • Luiz Márcio Spinosa

Resumo

Hoje a sensação que temos no Brasil e em algumas partes do mundo é que com o processo de crescimento populacional e urbano das cidades, o futuro da polis, está fadado a gerar mais degradação ambiental, consumismo e desigualdades sociais. Há necessidade de novas pesquisas que apontem as soluções da transformação das cidades em ambientes com qualidade de vida, e que acompanhem os anseios da sociedade moderna. O objetivo desse trabalho é o de análise das propostas contidas na Agenda Floripa 2030 face ao modelo proposto por Neirott et al (2014). É um estudo bibliográfico e documental que traz a luz a teoria das Cidades Inteligentes e seus principais autores. Conceito este que constrói uma visão das cidades conectadas através de redes de informação e comunicação e que funcionem em um contexto de integração com a infraestrutura tecnológica de softwares e hardwares, aplicação da sustentabilidade ambiental e promoção da inovação tecnológica no mercado. Através desta pesquisa uma parcela de contribuição é adicionada no difícil trabalho dos gestores públicos e sociedade no desenvolvimento de novos olhares para a gestão das cidades do Estado de Santa Catarina. A sociedade anseia por políticas que fomentem cidades inteligentes, tecnológicas, socialmente inconcludentes e ambientalmente sustentáveis para contribuir na formulação de políticas públicas.

Publicado
2018-09-20
Como Citar
ESTEVES, Paulo Cesar Leite et al. POLÍTICAS PÚBLICAS PARA CIDADES INTELIGENTES: O CASO DA CIDADE DE FLORIANÓPOLIS/SC. Congresso Internacional de Conhecimento e Inovação – Ciki, [S.l.], v. 1, n. 1, sep. 2018. ISSN 2318-5376. Disponível em: <http://proceeding.ciki.ufsc.br/index.php/ciki/article/view/492>. Acesso em: 14 dec. 2019.